quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Confesso acordei achando tudo indiferente,
Verdade, acabei sentindo cada dia igual...
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante,
Quem sabe o amor tenha chegado ao final...

Não vou dizer que tudo é banalidade...
Ainda há surpresas, mas eu sempre quero mais!
É mesmo exagero ou vaidade,
Eu não te dou sossego...
Eu não me deixo em paz...

Não vou pedir a porta aberta
É como olhar pra trás...
Não vou mentir em tudo o que falei,
Eu sou capaz...
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais...

Tanta coisa foi acumulando em nossa vida,
Eu fui sentindo falta de um vão pra em esconder...
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída,
Perder o vazio é empobrecer...

Não vou querer ser o dono da verdade,
Também tenho saudade,
Mas já são 4 e tal...
Talvez eu passe um tempo longe da cidade,
Quem sabe eu volte cedo,
Ou não volte mais...

Não vou pedir a porta aberta,
É como olhar pra trás,
Não vou mentir em tudo o que falei,
Eu sou capaz,
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais...

Não vou querer ser o dono da verdade,
Também tenho saudade,
Mas já são 4 e tal...
Talvez eu passe um tempo longe da cidade,
Talvez eu volte cedo,
Ou não volte mais...

Não vou pedir a porta aberta,
É como olhar pra trás...
Não vou mentir em tudo o que falei,
Eu sou capaz...
Não vou roubar teu tempo,
Eu já roubei demais..."



« Ana Carolina »
(Confesso)

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