"Eu sou um passageiro...
Eu rodo sem parar...
Eu rodo pelos suburbios escuros,
Eu vejo estrelas sairem no céu...
É o claro e o vazio do céu,
Mas essa noite tudo soa tão bem...
Entre no meu carro,
Nós vamos rodar...
Seremos passageiros a noite...
E veremos a cidade em trapos...
E veremos o vazio do céu...
Sobre os cacos do suburbio daqui,
Sobre os cacos do suburbio daqui,
Mas essa noite tudo soa tão bem...
Cantando: lá lá lá lá lá...
Olha o passageiro,
Como como ele roda..
Olha o passageiro,
Roda sem parar...
Ele olha pela janela,
Ele olha pela janela,
E o que ele vê?
Ele vê sinais no céu...
E ele vê as estrelas que saem...
E ele vê a cidade em trapos,
E ele vê o caminho do mar...
E tudo isso foi feito pra mim e você,
Tudo isso foi feito pra mim e você...
Simplesmente pertence a mim e você,
Então vamos rodar e ver o que é meu...
Lá lá lá lá lá lá...
Olha o passageiro que roda sem parar,
E ele está seguro ali,
Conhece o mundo pelo vidro do carro,
Vê isso tudo e sabe que é seu...
Ele vê o vazio do céu...
E ele vê cada estrela sair...
E ele vê a cidade dormir...
E tudo isso é meu e seu...
E tudo isso é meu e seu...
Então vamos rodar e rodar e rodar e rodar...
Cantando: lá lá lá lá lá lá....
Cantando: lá lá lá lá lá lá....
Cantando..."
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(O Passageiro)
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