"Eu vi o menino correndo,
Eu vi o tempo,
Brincando ao redor do caminho daquele menino...
Eu pus os meus pés no riacho,
E acho que eu nunca os tireis,
O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei...
Eu vi a mulher preparando outra pessoa,
O tempo parou pra eu olhar pra aquela barriga,
A vida é amiga da arte,
É a parte que o sol me ensinou,
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou...
Por isso uma força me leva a cantar,
Por isso essa força estranha...
Por é que eu canto,
Não posso parar...
Por isso essa voz tamanha...
Eu vi muitos cabelos brancos
Na fronte do artista,
O tempo não para,
No entanto ele nunca envelhece...
No entanto ele nunca envelhece...
Aquele que conhece o jogo,
Do fogo das coisas que são..
É o sol, é a estrada, é o tempo,
É o pé e é o chão...
Eu vi muitos homens brigando,
Ouvi seus gritos...
Estive no fundo de cada vontade encoberta...
Estive no fundo de cada vontade encoberta...
E a coisa mais certa de todas as coisas,
Não vale um caminho sob o sol..
E o sol sobre a estrada,
É o sol sobre a estrada,
É o sol...
Por isso uma força me leva a cantar,
Por isso essa força estranha...
Por isso é que eu canto,
Por isso é que eu canto,
Não posso parar...
Por isso essa voz tamanha...
Por isso uma força me leva a cantar,
Por isso essa força estranha...
Por isso essa força estranha...
Por isso é que eu canto,
Não posso parar...
Por isso essa voz,
Não posso parar...
Por isso essa voz,
Essa voz,
Essa voz... Tamanha..."
« Roberto Carlos »
(Força Estranha)
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