"Amar!
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos
vidrados, Amar!"
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos
vidrados, Amar!"
« Carlos Drummond de Andrade »
Nenhum comentário:
Postar um comentário