sexta-feira, 24 de abril de 2009

"Eu...
Prisioneiro meu,
Descobri no brêu
Uma constelação...

Céus...
Conheci os céus
Pelos olhos seus...
Véu de contemplaçao...

Deus...
Condenado eu fui
A forjar o amor
No aço do rancor...
E a transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...

Vou...
Entre a redenção
E o esplendor
De por você viver...

Sim... Quis sair de mim,
Esquecer quem sou
E respirar por ti...
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...

Agoniza virgem fênix
O amor!
Entre cinzas,
arco-iris
E explendor,
Por viver às juras
De satisfazer o ego mortal...

Coisa pequenina,
Sem telha divina,
Renasceu das cinzas,
Onde foir ruína,
Pássaro ferido,
Hoje é paraíso...

Luz da minha vida,
Pedra de alquimia,
Tudo que eu queria,
Renascer das cinzas...

E eu...
Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...
O amor...

Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...

Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...
O amor..."



« Jorge Vercilo e Flávio Venturini »
(Fênix)

Nenhum comentário:

Free counter and web stats