"Eu...
Prisioneiro meu,
Descobri no brêu
Uma constelação...
Céus...
Conheci os céus
Pelos olhos seus...
Véu de contemplaçao...
Deus...
Condenado eu fui
A forjar o amor
No aço do rancor...
E a transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...
Vou...
Entre a redenção
E o esplendor
De por você viver...
Sim... Quis sair de mim,
Esquecer quem sou
E respirar por ti...
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...
Agoniza virgem fênix
O amor!
Entre cinzas,
arco-iris
E explendor,
Por viver às juras
De satisfazer o ego mortal...
Coisa pequenina,
Sem telha divina,
Renasceu das cinzas,
Onde foir ruína,
Pássaro ferido,
Hoje é paraíso...
Luz da minha vida,
Pedra de alquimia,
Tudo que eu queria,
Renascer das cinzas...
E eu...
Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...
O amor...
Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...
Quando o frio vem nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...
Quando a noite faz nascer a luz da escuridão
E a dor revela a mais explendida emoção...
O amor..."
« Jorge Vercilo e Flávio Venturini »
(Fênix)
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