quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

"Eu amo quando não me forço a existir. Reduzir meu corpo e o dela a um barco estreito e deixar todo o resto para o mar. O que falta fazer não me cansa. Ainda não cumpri tanta coisa, que não me apresso em pontuar. Farto-me de esperança. Vou imaginado devagarinho para não acabar..."



« Fabrício Carpinejar »

Nenhum comentário:

Free counter and web stats