"Um...
Foi grande o meu amor,
Não sei o que me deu, quem inventou fui eu...
Fiz de você o sol da noite primordial...
E o mundor fora a nós, se resumia a tédio e pó...
Quando em você tudo se complicou...
Dois...
Se você quer amar,
Não basta um só amor, não sei como explicar...
Um só sempre demais, pra seres como nós,
Sujeito a jogar as fichas todas de uma vez...
Sem temer naufragar...
Não há lugar pra lamúrias...
Essas não caem bem...
Essas não caem bem...
Não há lugar pra calúnias...
Mas porque não nos reiventar...
Três...
Eu quero tudo o que há,
O mundo e seu amor, não quero ter que optar...
Quero poder partir, quero poder ficar...
Poder fantasiar, sem nexo e em qualquer lugar...
Com seu sexo junto ao mar...
Não há lugar pra lamúrias...Essas não caem bem...
Não há lugar pra calúnias...
Mas porque não nos reiventar...
Três...
Eu quero tudo o que há,
O mundo e seu amor, não quero ter que optar...
Quero poder partir, quero poder ficar...
Poder fantasiar, sem nexo e em qualquer lugar...
Com seu sexo junto ao mar...
Com seu sexo junto ao mar..."
« Antônio Cícero e Marina Lima »
(Três)
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