"Pra que mentir, fingir que perdôo,
Tentar ficar amigos sem rancor?
A emoção acabou, que coincidência é amor,
A nossa música nunca mais tocou...
Prá que usar de tanta educação,
Prá destilar terceiras intenções?
Desperdiçando o meu mel, devagarzinho, flor em flor,
Entre meus inimigos pescador...
Eu protegi teu nome por amor,
Em um codinome beija-flor.
Não responda nunca meu amor,
Prá qualquer um na rua beija-flor...
E só eu que podia, dentro da tua orelha fria,
Dizer segredos de liquidificador...
Você sonhava acordada, um jeito de não sentir dor,
Prendia o choro e aguava o bom do amor..."
« Cazuza, Reinaldo Arias e Ezequiel Neves »
(Codinome Beija-Flor)
Nenhum comentário:
Postar um comentário